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 Enduresu ✘Akumu

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Minako
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Mensagens : 49
Data de inscrição : 01/08/2011
Idade : 20

MensagemAssunto: Enduresu ✘Akumu   Qua Ago 03, 2011 3:05 pm





Sintese:
Um de jogo de vida. Uma rapariga que tinha murrido e que estava sempre a dizer que iria escolher o inferno, acaba por escolher ir para o céu. Esta rapariga perde as suas memórias quando Deus a deixa voltar à Terra, para viver uma vida tranquila. No entanto, a personalidade que tinha desde o início, continua viva e irá arruinar as tentativas de Deus de lhe dar uma vida calma e tranquila, como sempre tinha desejado. Esta sua personalidade não irá parar de turturar a vida da "humana" vezes sem conta sem ela escolher o Inferno. Para tal turtura, irá voltar no tempo vezes sem conta. A história é contada pela propria humana depois de ter morrido varias vezes, sempre sem memórias e sem perceber a sua situação.
Todos sem iram perguntar, no grande final, “Como é que o teu pesadelo irá acabar, (-------)?”.

Nome: Enduresu ✘Akumu (Endless ✘ Nightmare)
Tipo: Fanfic
Capitulos: (?)
Estado: A sair
Começou a sair: 2 de Agosto
Acabou de sair: (?)
Escritora: Minako
Genero: Mistério, Horror, Sobrenatural


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Enduresu ✘Akumu [Endless ✘ nightmare] – Capitulo 1
Spoiler:
 

Estava num dia completamente normal, na minha escola, a olhar pela janela para a rua, a tentar descobrir coisas novas. A aula estava prestes a acabar, e a minha hora de almoço a começar. Não sabia se realmente queria comer, na realidade eu estava mesmo parada a olhar para a janela, parecia uma estátua ambulante no meio da sala de aula. Estão-se a perguntar-se eu realmente estou viva? Bem, aquela coisa que parece uma estátua está viva, por enquanto, e eu…bem sou aquela pessoa, a contar-vos a minha própria história. Sim, eu morri, na mesma semana a que este dia pertencia. A aula tinha acabado de terminar e eu ainda estava a olhar para a janela, sempre nos meus pensamentos absurdos e estranhos. Quando eu, finalmente, decidi mover a cabeça, assustei-me pois algo apareceu na janela. Vi uma rapariga igualzinha a mim, de cabelo curto castanho claro só que com olhos vermelhos, ao início tentei não reparar nela, ignora-la para bem dizer e virei a cabeça para a minha secretária. Comecei por tirar o meu almoço, que estava debaixo da minha mesa, e abri. Assustei-me praticamente no momento em que abri. Estava cheio de sangue, pelo menos era o que eu via, perguntei a uma colega do lado para tentar ver se ela sabia de algo.
- De que estás a falar, (------)? O teu almoço está normal. Tens uma salada perfeita e uma garrafa de sumo de laranja. Tu sentes-te bem?
Fechei os olhos rapidamente e voltei a abri-los no momento a seguir. Vi o almoço normal, como se eu tivesse imaginado coisas. Disse-lhe que estava tudo bem e que estava apenas a brincar com ela. Felizmente, ela acreditou que eu estava a brincar, mas aquilo não deixava de ser bastante bizarro. Durante a hora de almoço, digamos que custou-me almoçar porque ter visto o meu almoço cheio de sangue ou lá o que era. Não parei de tremer e tentei olhar para a janela para ver a tal rapariga igual a mim. Era bizarra a minha figura, eu devia de estar a enlouquecer, foi o que pensei naquela altura. Ainda faltava bastante tempo para a minha hora de almoço acabar por isso decidi ir às casas de banho, ver se eu estava bem. Mal saio da sala de aula para o corredor, em vez de ver pessoas via criaturas obscuras e bizarras, como se fossem de outro mundo, o inferno talvez. Tentei fechar os olhos e rapidamente abri-los para ver os meus colegas e não aquelas coisas. Não resultou. Cada vez mais eu própria me assustava com aquilo. De alguma forma, consegui andar normalmente para a casa de banho sem reparar nas criaturas que me rodeavam e olhavam estranhamente para mim. Entrei. Deu-me uma pequena tontura e aproximei-me dos lavatórios para lavar a cara. Passei com a água pela cara e olhei para o espelho. Estava lá a rapariga que tinha visto na janela da minha sala de aula. De uma maneira estranha, mantive-me calma e tentei perceber o que se passava. Foi o meu maior erro.
- Tu não serás, nunca, um membro do mundo onde estás agora. Voltarás para mim e para todos os teus, para o inferno. – Disse-me o meu reflexo de olhos vermelhos com uma voz de quem não estava a brincar – Volta para mim e deixa de viver no céu.
Não entendi o que ela disse, e perguntei-lhe de que estava a falar. Vejam lá, estava tão maluca que até falei com o meu próprio reflexo. Expliquei-lhe também que eu vivia no planeta terra e não no céu, como ela dizia. Para vos ser sincera, eu não era pessoa de acreditar no céu e no inferno. Achava aquelas coisas, mitos que foram em tempos contados às pessoas pois não tinham tido conhecimentos como temos hoje em dia.
- Acredita em mim e volta para onde pertences, (-----) - Disse-me ela outra vez – Volta para mim e para o inferno, vem viver no sítio que te foi destinado, não fujas para o céu, que por todas estas vezes te abandonou.
Estava a começar a fartar-me daquilo e voltei a lavar a cara para depois sair daquele lugar. Não podia esperar para as aulas acabarem e poder ir para casa. No corredor, as pessoas tinham voltado ao normal. Sentia-me aliviada nisso, mas as palavras do meu reflexo não saiam da minha cabeça, era como se tivesse cometido um crime do qual não tinha outra opção a não ser morrer. Comecei a ter arrepios a certa altura da aula, sentia que o reflexo estava na janela outra vez, aparentemente eu era a única a conseguir vê-la. Eu estava sozinha nisto, eu sentia que não podia levar pessoas para esta confusão. Comecei a sentir-me cada vez pior sobre aquilo e ainda por cima vivia sozinha. Se isto fosse sério, estaria imune ao que o reflexo poderia fazer, iria acabar por ganhar-me. Mal a aula acabou, fui falar com a minha amiga para saber se podia ficar em casa dela. Sem me aperceber levei a família dela para aquela confusão, naquela altura esqueci-me disso por completo.
- Eu não me importo, (------), vou ter de perguntar aos meus pais. Mas é mais do que certo que podes e amanhã também não temos aulas por isso estás à vontade – A minha amiga sorriu-me mas eu sentia que ela não o queria fazer, acho que ela me estava a chamar de estranha de alguma forma. – Vamos?
Ela puxou-me pela mão, e deu um grande estalo como que estivesse a tentar arrancar o meu braço. Perguntei-lhe se estava tudo bem, mas ela apenas fez um cara estranha, de como quem me queria assustar ou até mesmo matar, e disse apenas que estava tudo bem e que não conseguia esperar para esta noite, filmes, conversas, pipocas,… Para ser sincera, não consegui acreditar nas palavras da minha própria amiga, sentia mesmo que estava algo de mal com ela mas hesitei em perguntar, poderia ser algo pessoal e magoa-la sem reparar.
Durante o caminho, ela não parava de dizer o mesmo…

“Como é que o teu pesadelo irá acabar, (-------)?”

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